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Seleção brasileira garante a quinta posição na decisão por equipes do Mundial de Ginástica

Brasil fica em quinto lugar na final por equipes do Mundial de Ginástica Artística em Roterdã com boa atuação e sem quedas.
Seleção brasileira garante a quinta posição na decisão por equipes do Mundial de Ginástica

A seleção brasileira de ginástica artística encerrou sua participação na final por equipes do Mundial realizado em Roterdã, nos Países Baixos, garantindo a quinta colocação geral. Com apresentações consistentes e marcadas pela ausência de quedas ou falhas graves, o quinteto nacional somou 159.730 pontos ao longo do torneio.

O desempenho consolida o momento competitivo da equipe, que demonstrou estabilidade técnica diante das principais potências da modalidade em solo europeu.

disputa acirrada pelo pódio mundial

A medalha de ouro da competição ficou com a China, que totalizou 165.764 pontos e encerrou um jejum de 20 anos sem vencer o torneio, quebrando a hegemonia histórica dos Estados Unidos. As norte-americanas terminaram com a prata, somando 165.531 pontos após sete títulos mundiais consecutivos. O pódio foi completado pelo Japão, que conquistou o bronze com 164.063 pontos, exatamente 60 anos após sua primeira aparição no pódio na história da competição.

Além das medalhas distribuídas, a competição teve peso classificatório direto. China, Estados Unidos e Japão asseguraram vaga antecipada para a Olimpíada de Los Angeles. A quarta posição da final ficou com a França, que registrou 161.130 pontos.

evolução e superação na competição

O resultado da equipe brasileira representou uma recuperação expressiva em relação à fase de classificação, quando o país havia garantido a última vaga entre os oito finalistas, na oitava posição, com 159,131 pontos. Entre todas as equipes finalistas, o Brasil foi o único país capaz de melhorar o somatório de notas na decisão.

A equipe nacional foi representada por Rebeca Andrade e Flávia Saraiva ao lado de Lorrane Oliveira, Thais Fidelis, Sophia Wesiberg e a reserva Gabriela Bouças.

planejamento para os próximos desafios

Após o encerramento da disputa em solo neerlandês, a ginasta Flávia Saraiva avaliou o desempenho e destacou a importância do planejamento a longo prazo para o ciclo olímpico. Segundo a atleta, o grupo cumpriu a meta estabelecida para o torneio.

“Nosso principal objetivo era a classificação para o Mundial de 2027. Sabemos que a caminhada é dura. O primeiro passo a gente já demos. Agora é continuar treinando. Não há segredos, já sabemos como é”, afirmou a ginasta, projetando a próxima edição do campeonato, que distribuirá vagas olímpicas para as nove melhores equipes.

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